Posts Tagged ‘Volta da Inflação’
#Feijão: o básico que virou luxo.

INFLAÇÃO GERA FOME: Se o governo Brasileiro se dedicasse mais a fazer seu tema de casa econômico e elaborar políticas que promovesse o aumento da safra combateria mais a fome de forma mais eficiente. Se o Governo gerarasse condições para a industrialização, com a montagem de um parque industrial no setor secundário, este quadro de estagnação econômica e esfriamento do mercado, que estamos vendo, já seria outro. Mesmo assim, isto só funcionaria com a prometida reforma tributária e trabalhista e a redução dos gastos públicos. Mas eles não estão no horizonte da movimentação política de Brasília, o que é mais que uma lástima.
No país de todos, rico e sem pobreza, um quilo de feijão custa quase 1% do salário mínimo
Fio trocado – Na música “Tô Voltando”, de autoria de Chico Buarque e transformada em sucesso nacional na voz da cantora Simone, a primeira frase – “Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto” – seria uma utopia nos dias atuais nesse país que é de todos, segundo o então presidente Luiz Inácio da Silva.
Independentemente de qual seja o motivo de uma viagem internacional ou até mesmo uma estada mais longa no exterior, quem volta traz no pensamento o desejo muitas vezes quase incontrolável de se deparar com um prato de arroz e feijão. Presença básica no prato do brasileiro em tempos outros, o feijão transformou-se em mercadoria de luxo.
Sob a égide da presidente Dilma Vana Rousseff, que adotou como slogan de governo a frase “País rico é país sem pobreza”, comprar um quilo de feijão exige de qualquer um, mais ou menos abastado, R$ 5. Considerando que o salário mínimo, que para o PT dos dias atuais é uma enormidade, vale míseros R$ 622, o trabalhador comum que quiser comprar um quilo de feijão terá de desembolsar 0,8% do provento.
Para muitos tal comparação pode parecer estapafúrdia, ou até mesmo provocativa, mas qualquer ser mano precisa muito mais do que um quilo de feijão para sobreviver. O discurso palaciano de que a inflação está sob controle é uma balela desmedida, pois quem sai às compras logo percebe que os preços subiram. Quando isso não acontece é porque a qualidade dos produtos caiu sensivelmente.
Quando engrossava ruidosamente as fileiras da oposição, o Partido dos Trabalhadores defendia a adoção pelo governo do salário mínimo classificado como ideal pelo Dieese, que hoje, segundo o órgão, deveria valer R$ 2.349,26, ou seja, 3,78 vezes o valor do mínimo atual. A chamada cesta básica, que está muito aquém de básica, custa, na média nacional, incríveis R$ 232,83, o que representa 37,43% do salário mínimo.
Essa brincadeira oficial de ficar escondendo a verdade tem tudo para acabar mal, pois é possível enganar a todos durante algum tempo, mas não todos durante todo o tempo. O esforço que o Palácio do Planalto faz para dourar a pílula resulta do iminente estouro da bolha de virtuosismo que Lula vendeu aos incautos do planeta.
Mesmo assim, há quem garante que o ex-metalúrgico é candidato favorito na eleição presidencial de 2014. Isso mostra que o Brasil é completamente ininteligível ou, então, o projeto da ditadura civil está dando certo.
De tal modo, Chico Buarque deve se apressar para mudar a letra da música, pois quem voltar antes da hora encontrará o prato vazio.
Autor: ucho.info
Fonte: http://ucho.info/no-pais-de-todos-rico-e-sem-pobreza-um-quilo-de-feijao-custa-quase-1-do-salario-minimo
#PIB do #Brasil é o que menos cresce na América Latina

O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes, os chamdos BRICS, e menos que todos os países da América Latina, isto por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos do mundo), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração da riqueza nacional. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)
Brasil na lanterna
Em 2011, o Brasil teve um desempenho econômico decepcionante. Ocupou o último lugar na América do Sul. Cresceu apenas 2,7% no ano passado, índice abaixo da média de 4,3% para os países da América Latina. Os primeiros lugares do ranking foram ocupados por Equador, Argentina e Peru. Não é isso o que se espera de uma suposta “grande gestora”, como a presidente Dilma Rousseff.
Variação do PIB(Produto Interno Bruto) em 2011
Equador – 9,0%
Argentina – 8,8%
Peru – 6,9%
Chile – 6,0%
Colômbia – 5,8%
Uruguai – 5,5%
Guiana – 4,8%
Bolívia – 4,5%
Venezuela – 4,2%
Paraguai – 4,0%
Mexico – 3,9%
Suriname – 3,0%
Brasil – 2,7%
Fonte: Assessoria de Imprensa
#ANORMAL: Custo de vida do #Brasil supera o dos #EUA

Os impostos mais onerosos do mundo, os juros mais altos do mundo, imensos oligopólios formados com a ajuda do governo e muita especulação cambial fazem do Brasil o país mais caro do mundo para se viver. Capitais como Paris e Nova Iorque tem custo de vida menor do Rio e São Paulo. Com uma pequena diferença, o salário aqui é menor, nosso poder aquisitivo é menor do que em países desenvolvidos. Isto é no mínimo ANORMAL para um país emergente. Estes fatos econômicos são a ponta do iceberg da enorme bolha de crédito, do mercado mobiliário e imobiliário que se formou no Brasil. Enquanto isso a população sofre com falta de atendimento médico e segurança pública. O Brasil da "Presidenta da Miséria", é um país rico e bom só para os muito ricos. Quem paga a conta com o suor do trabalho é chamada nova classe média, que está endividada, trabalha na informalidade e paga a conta. O chamado "custo Brasil" está proibitivo.
Custo de vida do Brasil supera o dos EUA
Dados de 187 países-membros do FMI relativos ao ano passado apontam fato considerado anormal para um país emergente
RIO – O custo de vida do Brasil superou o dos Estados Unidos em 2011, quando medido em dólares, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre o PIB dos 187 países-membros. Este fato é extremamente anormal para um país emergente. Em uma lista do FMI de 150 países em desenvolvimento, o Brasil é praticamente o único cujo custo de vida supera o americano em 2011, o que significa dizer que é o mais caro em dólares de todo o mundo emergente.
Na verdade, há outros quatro casos semelhantes, mas referentes a São Vicente e Granadinas, um arquipélago minúsculo; Zimbábue, país cheio de distorções, onde a hiperinflação acabou com a moeda nacional; e Emirados Árabes Unidos e Kuwait, de população muito pequena, gigantesca produção de petróleo e renda per capita de país rico.
Considerando economias diversificadas como o Brasil, contam-se nos dedos, desde 1980, os episódios em que qualquer um de mais de cem países emergentes apresentasse, em qualquer ano, um custo de vida (convertido para dólares) superior ao dos Estados Unidos.
Há uma explicação para isso. O preço da maioria dos produtos industriais tende a convergir nos diferentes países, descontadas as tarifas de importação. Isso ocorre porque eles podem ser negociados no mercado internacional, e, caso estejam caros demais em um país, há a possibilidade de importar. Mas a maioria dos serviços, de corte de cabelo a educação e saúde, não fazem parte do comércio exterior. Assim, eles divergem muito em preço entre os países.
Em nações ricas, com salários altos, os serviços geralmente são muito mais caros do que nos emergentes. Isso se explica tanto pelo fato de que a renda maior tende a puxá-los para cima, como pelo fato de que a mão de obra empregada no setor de serviços recebe muito mais e representa um custo maior. Dessa forma, é principalmente o setor de serviços que faz com que o custo de vida seja mais alto no mundo avançado. Na comparação com os Estados Unidos, os países emergentes são quase sempre mais baratos.
É por isso que espanta que o Brasil apareça como mais caro do que os EUA nas tabelas de projeções do PIB de 2011 do FMI. “Essa inversão mostra que as coisas estão fora do padrão, porque a taxa de câmbio está completamente fora do padrão histórico, com uma valorização gigantesca nos últimos anos”, diz o economista Armando Castelar, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio.
O custo de vida relativo dos países pode ser derivado da comparação entre as estimativas do FMI para o PIB em dólares correntes e o PIB ajustado pela paridade de poder de compra (PPP). Esse segundo método busca neutralizar – ao se fazer o cálculo do PIB – a diversidade dos preços, convertidos para dólares, dos mesmos produtos em diferentes países.
#ElaVoltou: Inflação oficial fecha janeiro em 0,56%, acima da taxa de dezembro, 0,5%

A inflação é determinada pela política monetária acordada no COPOM (Comissão de Políticas Monetárias). O governo é que determina o quanto INFLACIONA a massa monetária, ou seja, quanto dinheiro A MAIS, vai imprimir e derramar no mercado. Como a fome por dinheiro do governo não tem fim ele imprime mais moeda corrente para pagar suas contas, e assim repassar suas dívidas para o CIDADÃO. No Brasil já pagamos os mais altos impostos do mundo, com um dos piores retornos em serviços que existe. Para tirar ainda mais dinheiro do bolso do cidadão o governo desvaloriza a moeda e gera inflação. Estamos diante de uma verdadeira DITADURA dos IMPOSTOS, da INFLAÇÃO e dos JUROS ALTOS. Que tipo de opressão poderia ser pior do que a opressão econômica que retira das pessoas a riqueza que produziram com o trabalho lhe dando quase nada em troca?
Inflação oficial fecha janeiro em 0,56%, acima da taxa de dezembro, 0,5%
Rio de Janeiro – A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), encerrou janeiro em 0,56%, acima da taxa de dezembro, 0,5%. Os dados, divulgados hoje (10) pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que, nos últimos 12 meses, a taxa acumula alta de 6,22%, abaixo do resultado dos 12 meses imediatamente anteriores (6,5%). Em janeiro de 2011, a taxa variou 0,83%.
Puxaram o aumento do índice os reajustes em alimentação e bebidas (0,86%) e transportes (0,69%). Juntos, foram responsáveis por 61% do IPCA.
Esta é a primeira divulgação dos índices de preços com a nova estrutura de pesos, que incorpora os resultados dos gastos de consumo da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009.O IPCA mede a inflação para famílias com renda de um a 40 salários mínimos.
Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda de um a seis salários mínimos, subiu 0,51% em janeiro, a mesma variação de dezembro. Os grupos que apresentaram os maiores índices foram alimentação e bebidas (de 30,67% para 28,27%) e transportes (de 16,14% para 17,3%).
Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/02/10/internas_economia,289469/inflacao-oficial-fecha-janeiro-em-0-56-acima-da-taxa-de-dezembro-0-5.shtml
(Des)Governo da #Miséria: #Consumidor mira #inflação e deve reduzir consumo, diz CNI

Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil. Muito em breve estaremos apertando os cintos para que o governo possa engordar mais ainda suas despesas e folhas de pagamento.
Consumidor mira inflação e deve reduzir consumo, diz CNI
Expectativa em relação ao emprego é 3,1% pior do que a verificada em janeiro de 2011
Os brasileiros começaram 2012 menos propensos a consumir do que estavam há um ano, no começo de 2011. De acordo com o INEC (Índice de Nacional de Expectativa do Consumidor) medido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), apesar de o indicador ter ficado praticamente estável nos últimos meses, o resultado de janeiro foi 1,5% inferior ao obtido no início do ano passado.
Na comparação com dezembro, o INEC até subiu um pouco, com variação positiva de 0,2%. Mas como a própria CNI destaca no documento, “o índice encontra-se em patamar elevado na comparação com a série histórica, mas o otimismo já foi maior”.
A maior preocupação dos consumidores continua sendo a inflação, com 69% dos entrevistados esperando uma alta nos preços nos próximos meses. Foi justamente esse quesito que puxou o INEC para baixo na comparação anual. Em janeiro deste ano, esse componente do indicador piorou 7,5% em relação ao mesmo período de 2011.
Emprego
Apesar da melhora na comparação com o resultado de dezembro, a expectativa dos consumidores em relação ao emprego ainda é 3,1% pior do que a verificada em janeiro de 2011. A CNI destaca, porém, que essa variável inverteu a tendência de agravamento do pessimismo que vinha sendo registrada nos meses anteriores.
De acordo com o economista da entidade, Marcelo Azevedo, o maior otimismo das pessoas com o crescimento das vagas no mercado de trabalho se deve à confiança em que os contratos temporários para as vendas de fim de ano sejam efetivados neste começo de 2012.
Da mesma forma, mesmo melhorando na comparação com dezembro, o endividamento das famílias ainda é 4,4% superior ao verificado no começo do ano passado. As expectativas em relação à renda pessoal também estão piores, 0,9% mais baixas.
Dentre as diversas perguntas feitas aos entrevistados, a que obteve melhor desempenho na comparação com janeiro de 2011 foi a que aborda a disposição dos consumidores em fazer compras de bens de maior valor. Mesmo com uma queda de 1,7% ante dezembro, o resultado ainda é 2,2% superior do que o registrado no começo do ano passado.
Outro indicador que melhorou é a avaliação sobre a situação financeira do país, com índice 1% acima ao do mesmo período de 2011. Na avaliação de Azevedo, ” o 13º salário pode ter participação nesse maior otimismo sobre a situação financeira e endividamento”, avaliou Azevedo.
#DesGoverno #Dilma: Dívida pública federal aumenta 1,79% em dezembro e soma R$ 1,866 trilhão

Quando critico a "gandaia pti$ta" com recursos públicos sou um "radical da oposição". O que é mais radical? Matar as pessoas por falta de todo tipo de infra estrutura, de estradas, saúde e segurança, e roubar o dinheiro do contribuinte, ou ser contra isso? Dilma e o (des)governo pti$ta não tem jeito. Em 2011, 47 % de TODAS as aquisições do (des)Governo Dilma foram SEM LICITAÇÃO, e ainda querem falar de "faxina", é uma vergonha! A faxina é só na fachada. Temos TODOS que lutar contra a corrupcao na área pública, o maior "câncer" do Brasil. A"bandalheira"de gastar SEM LICITAÇÃO 47% de todas as compras é prova de que a "mexicanização do Brasil" está acontecendo, os pti$ta$ conseguiram. O (des)Governo Dilma gastou 14BI sem nehuma licitação. Neste contexto de falta de transparência a dívida pública tende somente a AUMENTAR em ritmo acelerado, e a contrapartida em serviços para a população que pagou impostos tende a ser cada vez pior.
Dívida pública federal aumenta 1,79% em dezembro e soma R$ 1,866 trilhão
A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 1,79% em dezembro, comparado a novembro, e soma R$ 1,866 trilhão. Houve, portanto, aumento nominal de R$ 32,81 bilhões no último mês de 2011, de acordo com relatório divulgado nesta segunda-feira (30/1) pela Secretaria do Tesouro Nacional. No acumulado do ano passado, a DPF cresceu 10,17%, o equivalente a R$ 172,3 bilhões.
O crescimento da dívida pública no mês passado resultou da emissão de R$ 38,66 bilhões em títulos – dos quais 78,68% com remuneração prefixada — contra resgates de títulos no valor de R$ 25,92 bilhões. Essa operação resultou em uma emissão líquida de R$ 12,74 bilhões em títulos, que se somaram aos R$ 17,49 bilhões pagos em juros no mês para aumentar a dívida.
O aumento do endividamento em 2011 foi resultado das despesas com juros, no valor de R$ 211,52 bilhões, e de menos resgates líquidos de títulos em poder de terceiros, no total de R$ 39,20 bilhões. No geral, os resgates foram de R$ 84,20 bilhões, neutralizados, em parte, pela capitalização de R$ 45 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Na composição da dívida total, 95,54% se referem à dívida interna (DPFi) e 4,46% à dívida externa (DPFe). O Tesouro conseguiu, ao longo de 2011, reduzir a participação percentual da dívida interna, em razão, principalmente, do aumento gradativo da emissão de títulos com remuneração prefixada, enquanto as demais modalidades de correção caíram.
Os títulos corrigidos por taxas prefixadas equivalem a 38,28% do total da dívida, equivalentes a R$ 682 bilhões, enquanto 31,7% (R$ 565 bilhões) são remunerados por taxas posteriores, determinadas pela variação da taxa básica de juros (Selic), e 29,6% (R$ 527 bilhões) são atrelados a índices de inflação. Resta ainda um residual de 0,4% de títulos (R$ 7,2 bilhões) corrigidos pelo dólar.
De acordo com o relatório, houve melhora no perfil da DPF, uma vez que o prazo médio de vencimento dos títulos mobiliários federais subiu de 3,51 anos, em 2010, para 3,62 anos, em 2011. O prazo médio da DFPi passou de 3,36 anos para 3,49 anos, e o prazo médio da DFPe evoluiu de 6,15 anos para 6,48 anos. O vencimento da dívida de curto prazo, que era de 22,73% dos títulos, em 2010, caiu para 21,89% no final de 2011, equivalentes a R$ 408,53 bilhões.
Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/01/30/internas_economia,288165/divida-publica-federal-aumenta-1-79-em-dezembro-e-soma-r-1-866-trilhao.shtml
#BOLHA do #ENDIVIDAMENTO: Inadimplência das empresas sobe 19%

Os juros caem só na teoria econômica, na prática o cidadão brasileiro paga os mais altos juros das américas, e o mais alto dos países emergentes. Na prática o governo emite títulos aos juros mais altos do mundo, e assim compromete muito do orçamento da União Federal com o chamdo "custo da dívida", leia-se JUROS. Isto impacta os juros internos. Os juros praticados pelos bancos são PREDATÓRIOS, e isto dificulta a vida de todo mundo no Brasil. Os juros praticados em nos balcões dos bancos no Brasil, praticamente inviabilizam o financiamento de atividades produtivas e geradoras de emprego. A equipe econômica nega que estejamos em uma bolha de crédito, uma bolha cambial inflada pelos nossos super juros. O Brasil virou uma esponja de capital especulativo, somos o quinto maior destino do capital especulativo no mundo. Quem paga esta conta? O contribuinte paga caro por isso, pois o dinheiro dos super juros saem do bolso do cidadão através dos impostos. Sem comentar nos juros praticados nos balcões dos bancos no Brasil, que praticamente inviabilizam o financiamento de atividades produtivas e geradoras de emprego. Esta política de inchaço do governo, de intervenção estatal na economia e de juros altos leva a estaganação econômica, não ao resfriamento da economia. O que estamos assistindo é o ENDIVIDAMENTO das empresas e das famílias, quando chegarmos ao limite disto estoura a tal bolha e então teremos uma crise parecida com a dos SUBPRIME americana, que comprometerá por anos, e talvez décadas a saúde econômica e financeira do Brasil. Lamentávelmente parece que este será o GRANDE LEGADO PETISTA, uma mal cheirosa "herança maldita". (Charge: humornanet.com)
A inadimplência das empresas cresceu 19% no ano passado, informa relatório divulgado na manhã desta segunda-feira (dia 30) pela Serasa Experian. Trata-se do maior ‘calote’ em dois anos, mesmo assim, a alta foi inferior a observada em 2009 (25,1%). Naquele ano, os negócios sofreram diretamente os impactos da crise mundial após a quebra de diversos bancos nos Estados Unidos.
Segundo os economistas da Serasa Experian, em 2011 as empresas passaram por vários fatores que afetaram seu fluxo de caixa e, dessa forma, o desempenho desses empreendimentos ficou prejudicado. Entre eles, está o aumento da inflação, que pressionou os custos do empresário, os juros elevados – eles começaram a cair apenas no finalzinho do ano – e queda da atividade econômica de maneira geral.
Cuidados dos pequenos empresários
Economistas consultados pelo Estadão PME acreditam que a inadimplência e o endividamento devem diminuir neste ano. Mas esse cenário pode mudar para pior caso os problemas enfrentados pela Europa se intensifiquem com a quebra de instituições financeiras, como ocorreu em 2008.
Vale lembrar que a perspectiva de redução da inadimplência, ocorre, sobretudo, por causa da alta de 14% no salário mínimo – saltou de R$ 545 para R$ 622 – associada aos baixos índices de desemprego e a perspectiva de queda da inflação.
O dinheiro extra deve ajudar o consumidor a quitar suas dívidas. “Ao contrário do ano passado, o salário mínimo teve aumento real, o que melhora o poder de compra do consumidor”, explica o economista da consultoria LCA, Wermeson França. Segundo os especialistas, a inadimplência deve permanecer estável no primeiro trimestre do ano-novo e entrar em trajetória de queda a partir do segundo.
Mesmo assim, o empresário deve redobrar os cuidados com o caixa da empresa. Isso porque o acesso ao crédito tende a ficar mais difícil caso persista a crise na Europa. “Podemos ter a repetição de 2008, quando grandes empresas que se financiavam no exterior buscaram dinheiro no mercado doméstico e, para financiá-las, os bancos reduziram o crédito para pequenas e microempresas”, lembra Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.
Leia o que os pequenos fizeram para superar dificuldades
Roberto Miranda sabe bem como a falta de dinheiro pode impactar negativamente um negócio. Empreendedor desde os 17 anos, ele abriu em 20o1 uma escola de educação corporativa. Tudo ia muito bem e Miranda até tomou empréstimo para financiar a expansão da empresa. Com a crise de 2008, entretanto, ele acabou se endividando.
Sem reservas no caixa, o empresário viu sua dívida crescer e a empresa encolher. A solução foi trocar o espaço de mil metros quadrados, onde ficava a escola, por um modesto escritório de 33 m². Para aumentar o caixa, o empresário decidiu criar novos cursos e também passou a usar salas alugadas para a realização das aulas. “Transformei despesas fixas em variáveis”, explica.
Em um ano, Miranda conseguiu quitar as dívidas e hoje a escola voltou a ter sede própria, retomando assim o caminho do crescimento. “Agora prefiro negociar diretamente com os meus fornecedores”, afirma o empreendedor paulistano.
Quando comprou uma empresa especializada em terceirização de mão de obra com 30 anos de atuação no mercado, o administrador Leonardo Silva Leandro acreditava investir em um negócio comprovadamente sólido. Mas ele acabou surpreendido com a falta de controle financeiro do empreendimento, o que gerava inúmeros prejuízos e, dessa maneira, impedia a expansão pretendida por Silva. “Descobri que o pagamento de um contrato cobria os prejuízos do outro, as dívidas eram uma verdadeira bola de neve e o faturamento real da empresa era de apenas R$ 13 mil por mês”, relembra o empresário.
Silva Leandro, que não tinha experiência anterior como empreendedor, precisou apostar em seu talento como administrador. Mas ele também tomou decisões difíceis para garantir a sobrevivência da empresa. Sem crédito no mercado devido às dívidas, primeiro, Silva cortou custos e boa parte das posições de trabalho. De 60 funcionários, a empresa passou a contar com apenas oito pessoas.
Os preços dos serviços prestados pelo negócio foram recalculados e contratos deficitários, rescindidos. “Ficou claro que os antigos proprietários não conheciam a operação, caso contrário, enxergariam os problemas”, acredita Silva. O fato de a empresa atuar no mercado durante tanto tempo também ajudou o Empreendedor a conquistar credibilidade. Por isso, Silva fechou contrato com grandes parceiros, elevando assim o faturamento mensal para R$ 180 mil.
O bom momento permitiu ao negócio voltar a contratar – atualmente, 70 funcionários fazem parte da operação. “É essencial ter controle do fluxo de caixa e planejamento financeiro para superar as adversidades”, garante Silva.
#Brasil, o país dos #SUPERJUROS

Os juros caem só na teoria econômica, na prática o cidadão brasileiro paga os mais altos juros das américas, e o mais alto dos países emergentes. Na prática o governo emite títulos aos juros mais altos do mundo, e assim compromete muito do orçamento da União Federal com o chamdo "custo da dívida", leia-se JUROS. Isto impacta os juros internos. Os juros praticados pelos bancos são PREDATÓRIOS, e isto dificulta a vida de todo mundo no Brasil. (Charge: humornanet.com)
Taxas de juros cobradas pelos bancos ao consumidor continuam elevadas
Os cortes na taxa básica de juros (Selic) ainda estão longe de beneficiar o consumidor. De oito grandes instituições financeiras do país, que atendem quase 90% dos correntistas do país, os repasses desses ajustes foram praticamente inexistentes. Em algumas, houve inclusive elevação dos custos dos financiamentos exatamente no período em que o Banco Central derrubou a Selic de 12,50% para 10,50% ao ano entre agosto de 2011 e janeiro deste ano. O cheque especial e o crédito para aquisição de bens foram os segmentos nos quais um maior número de bancos, sobretudo os privados, aumentou as taxas praticadas.
Para especialistas, os números mostram que os juros básicos definidos pelo BC estão em patamar excessivamente elevado, acima do que poderia ser considerado o ideal. Pior que isso, consideram que a política monetária perdeu potência após a crise de 2008.
Uma ala do mercado financeiro defende que, em razão da moderação na criação de empregos e na expansão do crédito, dificilmente um corte modesto na Selic levará o consumo para níveis de maior robustez. “A inadimplência também está elevada e vai manter o crescimento do crédito em ritmo moderado”, explicou a economista Zeina Latif. Para ela, a política monetária “perdeu tração” porque o canal de crédito, que reflete parte das decisões do BC, ficou desgastado. “Esse canal não vai estar tão ativo, sobretudo porque nossa taxa de juros está muito elevada. A taxa de equilíbrio estaria abaixo do nível atual”, ponderou.
Uma simulação da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), qualquer que fosse o corte dentro de um intervalo de 0,25 ponto percentual a 1 ponto percentual, os efeitos seriam mínimos sobre as operações de crédito. “Esse fato ocorre porque existe uma diferença muito grande entre a Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores — que na média da pessoa física atingem 114,84% ao ano —, o que provoca uma variação de mais de 900% entre as duas pontas”, observa Miguel Oliveira, vice-presidente da Anefac.
Simulação
Mesmo se o Banco Central tivesse derrubado a Selic de 11% ao ano para 10% (um corte de um ponto percentual), o efeito sobre o crédito seria pequeno. Em um financiamento de R$ 500 parcelado em 12 vezes, o impacto seria uma economia de R$ 0,28 em cada prestação. Na compra de uma geladeira de R$ 1,5 mil no crediário, também em 12 meses, as parcelas seriam reduzidas em R$ 0,77. “No fim das contas, o que pesa para o consumidor não é se foi retirado um tributo ou cortado 0,50 ponto percentual na taxa, mas apenas se a prestação cabe no bolso”, diz Zeina. Para um técnico do sistema financeiro que prefere não se identificar, a situação é grave porque as taxas apuradas pelo BC referem-se ao crédito efetivamente contratado pelo consumidor e não apenas aos juros oferecidos pelas instituições.
José Luís Rodrigues, diretor da Consultoria JL Rodrigues, resume a situação do crédito no país. “A captação para os bancos menores está mais cara e o custo das operações, elevado. Está muito apertado”, criticou. Segundo dados do BC, dos oito maiores bancos, quatro elevaram o custo da operação do cheque especial entre agosto e janeiro, exatamente quando a Selic despencou 2 pontos percentuais. Três mantiveram as taxas praticamente inalteradas. No crédito para aquisição de bens, das oito instituições, cinco elevaram os custos para os consumidores no período.
Apenas no crédito para veículos, os bancos repassaram mais expressivamente os cortes na Selic. Porém, mesmo nas situações em que as instituições reduziram os juros, o recuo foi tímido. Nem mesmo os bancos públicos, tradicionalmente os primeiros a implementar as decisões do governo, apresentaram taxas atrativas. Com isso, o desejo do Palácio do Planalto de reativar a economia por meio do consumo pode ser jogado pela janela.
Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), defende o setor financeiro e explica que a formação das taxas de operações de crédito depende de outros fatores, e não apenas das movimentações na Selic. A seu ver, o volume de calotes se elevou demasiadamente nos últimos meses e isso tem pesado na conta dos bancos e instituições. “Era esperado algum crescimento da inadimplência no ano passado, mas foi maior do que o mercado calculou. Então os bancos se tornaram mais restritivos”, justificou.
Procurados, nem todos os bancos comentaram o descompasso entre suas taxas e a queda da Selic. O Santander informou apenas que está analisando a última decisão da reunião do Copom. O Bradesco disse que não houve aumento nas taxas. “A diferença aparece devido ao fato de o banco operar dentro de uma banda de taxas e, nesse conceito, a taxa pode sofrer pequenas alterações conforme o perfil diário das contratações das operações e da utilização dos limites de crédito pré-aprovados”, informou a instituição. Já o Banco do Brasil disse que, desde julho de 2011, promoveu cinco reduções nas taxas de juros, inclusive em financiamentos de veículos, acompanhando os cortes na Selic. Os demais bancos citados não responderam à reportagem.
Contraponto
Alguns integrantes do sistema financeiro questionam a metodologia do Banco Central para a apuração das taxas praticadas pelo mercado. Para eles, a forma como a autoridade monetária coleta os dados provoca distorções nas taxas das instituições, tanto para cima quanto para baixo. Dizem ainda que só haveria uma mudança expressiva em caso de redução drástica na taxa básica de juros (Selic).
#CustoDeVida&#Inflação: Atacado e #Educação contribuem para alta do IGP-M

Os brasileiros pagam os mais altos impostos do mundo e NÃO recebem o devido retorno em serviços, tendo que desenbolsar a mais para ter saúde, segurança e educação. O brasileiro gasta mais que o Governo Federal em saúde, e ainda tem que desenbolsar alto para educar as crianças e adolescentes. O brasileiro é o cidadão mais oprimido no mundo pelos impostos, são 86 impostos diferentes, ocultados nos preços de todos os produtos e serviços. Pagamos muitos impostos, não sabemos quando pagamos, ou o quanto é cobrado, não vemos o retorno em serviços e toda a semana surge um novo escândalo de corrupção com o dinheiro retirado dos contribuintes. Isto é um caso grave de TIRANIA FISCAL, que é um nomo tipo de ditadura tecnocrática que oprime economicamente. O Brasil é um dos piores casos mundiais de TIRANIA FISCAL, ou DITADURA DE IMPOSTOS. Para agravar mais esta forma de tirania temos a mais alta inflação entre os países emergentes. A inflação nada mais é do que outra forma do governo repassar para dentro do bolso do cidadão os seus gastos excessivos. A inflação está diretamente ligada com os gastos públicos, trata-se de uma artimanha monetária para que o governo tenha mais dinheiro para pagar suas contas. Todos os itens de primeiríssima necessidade pagam ALTOS IMPOSTOS: alimentação, vestuário, energia, telefonia e trasnporte público são CARÍSSIMOS para o brasileiro. Sem falar em educação e saúde, que tem preços proibitivos para a maioria da população. Não é assim que se combate a miséria Sra. Presidenta Incompetenta.
Atacado e Educação contribuem para alta do IGP-M
SÃO PAULO, 19 Jan (Reuters) – O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 0,22 por cento na segunda prévia de janeiro, revertendo a queda de 0,07 por cento no mesmo período em dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.
O aumento teve contribuição do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em alta de 0,81 por cento, após aumento de 0,59 por cento um mês antes.
Segundo a FGV, os preços tiveram elevação em três das sete classes de despesa que compõem o índice, sendo a maior apurada pelo grupo Educação, Leitura e Recreação, que saltou de 0,38 para 1,88 por cento.
Os custos dos grupos Alimentação e Transportes também contribuíram para a aceleração do IPC, com avanços de 1,46 e 0,62 por cento, respectivamente, na segunda leitura do mês.
No varejo, as maiores altas individuais de preços foram de tomate (17,86 por cento) e batata inglesa (15,6 por cento). Entre os serviços, os cursos de ensino médio apresentaram elevação de preços de 3,89 por cento.
Também contribuiu para o resultado o desempenho do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que desacelerou o ritmo de queda para 0,04 por cento nesta leitura, contra recuo de 0,38 por cento antes.
A desaceleração foi influenciada pelos grupos Bens Intermediários, que passaram de uma baixa de 0,13 por cento para um aumento de 0,19 por cento neste mês, e Matérias-Primas Brutas, que reduziu a queda para 0,45 por cento, ante recuo de 1,81 por cento um mês antes.
No atacado, os maiores aumentos individuais foram de mandioca (14,5 por cento), soja em grão (3,32 por cento) e milho em grão (3,28 por cento).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, acelerou a alta para 0,60 por cento na segunda prévia de janeiro, contra alta de 0,43 por cento um mês antes.
O item Materiais, Equipamentos e Serviços cresceu de 0,22 para 0,35 por cento, enquanto o índice referente a Mão de Obra subiu de 0,65 para 0,86 por cento.
(Por Vivian Pereira)
Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/01/atacado-e-educacao-contribuem-para-alta-do-igp-m-2.html
#inflacao: Índice de preços para 3ª idade fecha ano com alta de 6,19%, diz #FGV

Inflação, juros altos, impostos abusivos; são opções do governo Dilma que tornam a vida dos brasileiros mais difícil. No discurso Dilma combate a miséria, na prática promove a desindustrialozação, o desemprego, corta bolsas família, constróe casas só para os que podem pagar caro e defasa o salário dos aposentados. Para piorar a situação o brasileiro paga as tarifas de energia e telefonia caríssimas, isto no país da energia hidroelétrica de baixo custo. Conclusão: definitivamente o objetivo deste governo NÃO é combater a miséria. Miséria se combate com geração de empregos através do fomento da indústria, produção de alimentos, através do fomento do agronegócio e com menos impostos para alimentos, remédios, transporte público, energia e telefonia.
Índice de preços para 3ª idade fecha ano com alta de 6,19%, diz FGV
Os preços da alimentação pressionaram a inflação para a terceira idade, que registrou alta de 1,67% no último trimestre de 2011. Com a elevação no período, o IPC-3i (Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade) fechou o ano em 6,19%, segundo divulgação da FGV (Fundação Getulio Vargas) desta quinta-feira (12).
Houve aceleração em relação ao terceiro trimestre, quando o indicador registrou alta de 0,91%. Já na relação com 2010, quando acumulou alta de 6,27%, o índice perdeu ritmo.
Os dados mensurados pelo IPC-3i, verificam a “inflação” da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por pessoas com mais de 60 anos.
Os preços da alimentação foram os que mais influenciaram na alta, com aceleração de 0,82% verificado no terceiro trimestre, para 2,38%, no quarto. Os itens que mais pressionaram o comportamento desta classe de despesa foram: hortaliças e legumes (-12,28% para -3,22%), carnes bovinas (2,74% para 9,69%) e pescados frescos (-4,15% para 1,74%), respectivamente.
Também apresentaram alta os grupos educação, leitura e recreação (-0,27% para 2,43%), vestuário (0,77% para 2,57%), saúde e cuidados pessoais (1,19% para 1,45%), transportes (0,63% para 1,05%) e despesas diversas (0,15% para 0,74%).
Dentro desses grupos, os que mais tiveram acréscimos foram: passagem aérea (-8,80% para 24,55%), roupas (0,84% para 3,07%), medicamentos em geral (-0,13% para 0,74%), tarifa de táxi (0,16% para 7,95%) e serviço religioso e funerário (0,31% para 1,43%).
O grupo habitação foi o único a registrar desaceleração, de 1,25% para 1,22%, com destaque para o aluguel residencial (2,21% para 1,39%) e eletrodoméstico (0,11% para -3,12%).











